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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010, 09:17
Alguém alem de mim viu com cuidado essa partida? 
Desde que contrataram Fossati, fiquei com uma Santos atrás da orelha com os colorados.
Penso que no Brasileiro ele vai ser ingenuo de tudo quanto ao nosso futebol por nao conhecer como os demais cada adversario e particularidades de estilo e campo que encontrará..... mas na Libertadores.... xi
o esquema é um 3-5-2 mais parecido com o São Paulo de 2005 do que com o 3-5-2 que o SPFC usou em 2008 (e deve voltar a usar)
Seus dois volantes atuam "em linha". Digo... na mesma altura do campo.
Não se comportam como um 1o e um 2o volante.... um mais atras e outro mais a frente. Eles pressionam e cobrem na mesma linha.
os titulares:
Lauro, Índio, Bolívar e Fabiano Eller; Nei, Guiñazu, Sandro, D’Alessandro e Kleber; Taison e Alecsandro.
os reservas imediatos, de mais qualidade, que sempre entrarão: Andrezinho, Giuliano, Kleber Pereira
Ontem mesmo já mostrou bastante diferenças para o Inter de Tite e Mario Sergio (não só na disposição dos volantes.... sem ter um "5" e um "8". Tem dois "5" que marcam abafando)
A pressão na saída de bola vai ser grande, o time trabalha em blocos de marcação e contra golpeia com uma velocidade de dar medo.
Ponto fraco?
Bom..... adianta a defesa pra encurtar o campo do adversário e, com 3 zagueiros bem lentos, pode tomar bola enfiada.
Mas, pra mim, é o time mais "pronto" do Brasil e, agora com técnico, o favorito de momento na Libertadores até (e se) o Corinthians acertar.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010, 16:02
Bahia - 1960, 1989;
Palmeiras - 1961, 1968, 1971, 1973, 1974, 1979, 1994, 1995, 1999, 2000, 2001, 2005, 2006, 2009;
Santos - 1962, 1963, 1964, 1965, 1984 ,2003, 2004 ,2005 ,2007, 2008
Botafogo - 1963, 1973 ,1996
Cruzeiro - 1967, 1975, 1976, 1977, 1994, 1997, 1998, 2001, 2004, 2008, 2009, 2010
Nautico - 1968
Fluminense - 1971, 1985, 2008
Atletico Mg - 1972, 1978, 1981, 2000
SPFC - 1972, 1974, 1978, 1982, 1987, 1992, 1993, 1994, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010
Vasco - 1975, 1980,1 985, 1990,1 998, 1999, 2001
Inter - 1976, 1977, 1980, 1989, 1993, 2006, 2007, 2010
Corinthians - 1977, 1991, 1996, 1999, 2000, 2003, 2006, 2010
Guarani - 1979, 1987, 1988
Flamengo - 1981, 1982, 1983, 1984, 1991, 1993, 2002, 2007, 2008, 2010
Gremio - 1982, 1983, 1984, 1990, 1995, 1996, 1997, 1998, 2002, 2003, 2007, 2009
Bangu - 1986
Coritiba - 1986, 2004
Sport - 1988, 2009
Criciuma - 1992
Atletico Pr. - 2000, 2002, 2005
Sao Caetano - 2001, 2002, 2004
Paysandu - 2003
Santo Andre - 2005
Goias - 2006
Paulista - 2006
Participaçoes
1. SPFC - 15
2. SEP - 14
3. Gremio e Cruzeiro - 12
5. Fla e SFC - 10
7. SCCP e Inter - 8
9. Vasco - 7
10. Ateletico Mg - 4
11. Botafogo, Guarani, Sao Caetano , Atletico Pr e Fluminense - 3
16. Coritiba, Sport e Bahia - 3
19. Nautico, Sport, Bangu, Criciuma, Paysandu, Sto Andre, Goias e Paulista
Titulos
1. SPFC - 3
2. SFC, Cruzeiro e Gremio - 2
5. Flamengo, Vasco, Palmeiras e Inter - 1
as finais dos Brasileiros
1. SPFC - 6 finais
2. Palmeiras , Cruzeiro e Gremio - 4 finais
5. Santos - 3 finais
6. Inter - 2
7. Vasco, Flamengo, Atletico Pr , Flu e Sao Caetano - 1
**** Créditos: Leonardo Barduco (leo Tri)
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010, 08:53
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009, 10:44
Palmeiras 1x0 Fluminense
Sport 0x1 Palmeiras
Palmeiras 1x1 Grêmio
Atlético-MG 1x1 Palmeiras
Palmeiras 1x1 Botafogo
Coritiba 1x0 Palmeiras
Palmeiras 2x1 Internacional
São Paulo 0x0 Palmeiras
Palmeiras 2x1 Barueri
Vitória 3x2 Palmeiras
Cruzeiro 1x2 Palmeiras
Palmeiras 2x1 Atlético-PR
Santos 1x3 Palmeiras
Palmeiras 2x2 Avaí
Náutico 3x0 Palmeiras
Palmeiras 0x2 Flamengo
Santo André 2x0 Palmeiras
Palmeiras 4x0 Goiás
Palmeiras 2x2 Corinthians
Fluminense 1x0 Palmeiras
Palmeiras 2x2 Sport
21 jogos: 8 vitórias, 7 empates e 6 derrotas;
49% de aproveitamento;
28 gols-pró / 26 gols-contra;
Saldo: +2 gols.
Aproveitamento equivalente a Avaí e Corinthians.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009, 07:42
Com o tempo, dá para perceber como todos os campeonatos no fundo são parecidos.
Que o equilíbrio tão exaltado na edição 2009, na briga pelas primeiras posições, na verdade repete 2008, 2007, 2006, 2005....
A diferença de 2007, 2006 é que um time se destacava, jogava um futebol de maior qualidade, além de ser (ou estar para ser) líder.
Pós 34a rodada em 2008:
São Paulo - 65 pontos;
Grêmio - 63 pontos;
Cruzeiro - 61 pontos;
Palmeiras - 61 pontos;
Flamengo - 60 pontos.
Como neste ano, a diferença do 1o para o 5o é 5 pontos e os na zona da Libertadores estão incrivelmente parelhos na briga pelo título.
Para constar.... vamos ver 2007:
São Paulo - 73 pontos;
Santos - 58 pontos;
Flamengo - 55 pontos;
Palmeiras - 55 pontos;
Cruzeiro - 54 pontos;
Grêmio - 54 pontos.
Como mencionado, fora um time que se destaque, o campeonato é igual. Pegando os 5 "logo" abaixo do São Paulo, a parelha é notável como 2008 e 2007.
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segunda-feira, 28 de setembro de 2009, 10:32
Após a 26a rodada, a classificação do Brasileirão se encontrava assim:
1 - Grêmio - 50 pontos
2 - Palmeiras - 49 pontos
3 - Cruzeiro - 46 pontos
4 - Flamengo - 43 pontos
5 - São Paulo - 43 pontos
6 - Botafogo - 42 pontos
O líder com mesma pontuação que o atual.
São Paulo com dois pontos a menos do que se encontra hoje.
Palmeiras com um ponto a menos do que se encontra hoje.
Então.... a diferença entre os dois paulistanos é menor que neste momento no ano passado. E a diferença do Internacional para o líder é menor que a do Campeão do ano passado para o líder.
E daí? E daí nada.... e daí que ainda está tudo em aberto, apesar da boa diferença do Palmeiras para os demais.
Até porque a ultima partida do verde, foi sofrível.
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quinta-feira, 17 de setembro de 2009, 12:49
Passada a primeira rodada e podendo observar os teoricos favoritos ao principal título do futebol mundial, vamos a algumas perspectivas:
Internazionale:
Tenho que dizer que me enganei quanto ao que poderia produzir esse time. Analisando pela supremacia no Calcio, a chegada do tão esperado meia atacante (Sneijder), reforço para a zaga (Lúcio) e perder Ibrahimovic repondo com Eto´o não é perda alguma.
Mas falta muito mais! Um volante mais veloz, uma saida de jogo de mais qualidade e um segundo atacante melhor, que abra espaços.
Foi dominado pelo Barcelona em pleo Giusepe Meazza. Você pode ganhar um jogo no contra-ataque.... mas dificilmente uma competição dessas.
Quando foi eliminado por Liverpool (2007/2008) e Manchester (2008/2009) caiu da mesma maneira: não conseguindo jogar e tentando gol de contra-ataque.
Juventus:
Não era um time que botasse muito medo, mas deu trabalho ao Chelsea na temporada passada. Contratou lateral, repatriou Cannavarro, pegou Felipe Melo pra volante e Diego caiu como uma luca encostando nos dois atacantes.
Se credenciou porque é um time muito lutador e que quase não toma gols.
Nossa referência via Calcio não ajuda, principalmente quando pegamos os últimos confontos entre italianos x ingleses/espanhóis.... mas é o carcamano que tem mais condições de chegar entre os quatro.
Manchester United:
Sem reforços de peso, perdeu Tevez como opção e Cristiano Ronaldo.
Assistindo suas partidas, ainda podemos ver sua força tatica, o elenco com reposição a altura e a variedade de jogadas.
Mas não é mais a mesma potência de 2007/2008 e 2008/2009.
Sempre existe a possibilidade de contratarem na janela enquanto Alex Ferguson analisa o impacto dessas perdas.
Um time extremamente experiente em UCL e sólido no sistema. Jamais daria pra descartar como favorito.... só não é mais "O" favorito.
Chelsea:
Pinta como o grande time inglês da temporada. Não perdeu ninguém significativo, melhorou algumas opções de elenco e conta com um treinador que já conquistou 2 UCLs em 3 finais.
Seu futebol consegue se impor no meio campo, mesmo sendo burocrático e não encantando. Lampard, Ballack e Essien dificilmente perdem a disputa com o meio adversário e é muito dificil ter saida de bola quando se enfrenta o Chelsea.
Caiu frente ao Barcelona num vacilo aos 47 do 2o tempo, que resultou em gol de Iniesta.
Contra si pesa o fato de não poder contratar até metade de 2011 por punição da FIFA.
Liverpool:
Não parece que vai ser desta vez que voltará a ganhar a Premeier League, pois não reforçou seu elenco que terminou em 3o a temporada passada e ainda perdeu Xabi Alonso para o Real Madrid.
Mas é extramente copeiro, um grupo que pouco mudou desde a final de 2005 da UCL e tem em Gerrard e Fernando Torres um poder de definição assombroso!
Só não consegue se impor quando enfrenta o Chelsea, pois também usa de marcação sob pressão em duas linhas de quatro, mas não possui a mesma força.
Porém, é um meio mais veloz, que atrapalha ainda mais os times leves que enfrentar.
Se não cruzar com os azuis de Londres, o adversario terá de estar extremamente inspirado para eliminá-los.
Barcelona:
Os atuais campeões contrataram quem queriam (Ibrahimovic). Mas este grande reforço ainda não entrou no esquema de toque de bola intenso dos catalães.
Entrará!
São os grandes favoritos e estão jogando por onde. Penso que seu estilo de jogo só tem dificuldades quando pega meios de campo como Chelsea e Liverpool. Fora isso, deve superar seus adversários retendo mais a bola e obrigando ao adversário correr atrás dela.
Como é o time a ser batido, se desgastará mais do que na temporada passada e precisará se re-inventar em alguns pontos, pois todos sabemos como joga.
O ponto principal: precisa chutar mais a gol. Domínios (como de ontem) onde o excesso de preciosismo buscando a assistência perfeita, podem acabar com deastre
(vale lembrar que só eliminou o Chelsea porque resolveu chutar).
Real Madrid:
A grande atração e incógnita dessa temporada européia.
Seu elenco tem dezenas de opções ofensivas, mas não se resume a isso.
Até agora não decepcionou e Cristiano Ronaldo e Kaká estão correspondendo.
Kaká está recebendo muitas bolas e conseguindo acionar o grupo, se tornando garçom do time.
Cristiano Ronaldo não brilhou como se espera, mas vem fazendo gols, puxando contra ataques e batendo faltas.
Pellegrini está no caminho certo, apesar de não ter sido adequadamente testado até agora.
Como não tem grande poder de marcação e retomada de bola, é dificil pensar como se sairá contra o Barcelona, que tem arrasado os times que jogam de maneira franca contra ele. Mas se encontrar a solidez, pode fazer um confronto equilibrado.
Até as 8as de final da UCL, tem 6 meses ainda e, portanto, tempo para o time ficar competitivo e confirmar seu status.
Palpite?
Se fosse fácil, as casas de apostas estavam quebradas.
Mas a final será entre 2 destes. E no mínimo 3 estarão nas semi finais (não cravo 4 porque sempre ha os encontros por sorteio).
Campeão?
xi.... Barcelona ou Real Madrid ou Liverpool ou Chelsea..... pra não ficar encima do muro: CHELSEA!
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009, 08:59
Tecnicamente o jogo foi bastante fraco.
Penso que as condições debilitadas de Hernanes e Cleiton Xavier contribuiram incisivamente nesse ponto.
São Paulo começou o jogo extremamente tenso, como se jogasse contra um adversário superior que viesse de sequencia arrasadora.
Me causou estranheza!
E acho que R Gomes não deu o espírito necessário para essa entrada aos seus comandados.
Com o passar do jogo, foram vendo que o bicho não era tão feio (nada feio, aliás. fora Obina) e o Palmeiras foi empurrado para trás.
Não conseguiu mais marcar a saída de bola do São Paulo e teve momentos que ficou encurralado.
Tanto que Muricy, bem a seu estilo, pra corrigir isso, colocou mais um volante a fim de parar o SPFC na linha de meio campo. Até que deu certo.
E nesse ponto faltou ousadia ou Ricardo Gomes, onde poderia ter tirado Renato Silva e metido o Adrian Gonzales.
Palmeiras só atuava com 1 homem de frente, não carecia de 3 zagueiros e Richarlyson poderia dar conta de Diego Souza (até pq não tinha cartão amarelo).
foi no "melhor 50% de algo que 100% de nada".
Muricy tava na dele.
Estilo dele é esse mesmo e o empate era melhor pro Palmeiras (mas tb não tão melhor assim pq 4 pontos o SPFC pode tirar em 4 rodadas e o Inter ta ali, com toda a vacilação, NA COLA)
Mas Ricardo Gomes ficou com medo justamente por ser cabaço ainda e não ter ombros largos suficientes para aguentar um eventual reves para os verdes.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2009, 08:17
Primeiro, quero destacar que não é um erro que faz do cidadão bom ou mau técnico. Admitir que ele errou não quer dizer que ele seja um lixo. Serve para são paulinos e palmeirenses.
Digo que não entendi porque ele foi contra suas principais características de quando treinava o São Paulo.
Palmeiras começou muito bem e dominou o Grêmio.
Obina e Ortigoza obrigavam a defesa gaucha a deixa-los sempre no meio de 3, equilibrando as coisas no setor.
O meio camo palmeirense, superior, se impunha. Palmeiras pressionou e o gol acabou saindo.
Logo em seguida, numa bobeada da defesa que deveria ter ficado na frente da falta batida, o empate.
Nessa o verde sentiu e o Grêmio equilibrou (quicá comandou) o final do 1o tempo.
E daí? E daí nada!!!!
Aqui que me espanta o Muricy! Quando estava no Tricolor, o que treinava durante a semana, não mudava por qquer coisa. Mantinha sua convicção e confiança no que planejara.
OK! Não é o time "dele" e nao teve esse tempo pra treinar. Mas mesmo assim -> o que pensou vinha dando certo. O Palmeiras apenas "assustou" com o gol.
Era coisa de acalmar o time e manda-los repetir a formula no 2o tempo.
Tirou Ortigoza e colocou Williams.
Williams reforçou mais o meio que o ataque. Obina ficou isolado e perdido no meio de três. Anuilado.
Nessa..... Muricy tirou um nulo (Obina - unico atacante) e colocou um ala. (?!?!?!??!)
Ai.... sem presença de area, o Gremio avançou sua defesa um pouco e passou a recuperar bolas mais perto da linha de meio campo e dominou até o final.... mesmo sem Rever.
.
então.... não entendi nada! O time virou uma "salada". E discordo da argumentação dele que precisava "equilibrar com o sistema do Gremio". Oras.... vc tem de superar, não empatar!
Mas reitero: o que surpreendeu é pq Muricy não se "assusta" (ou se assustava) facil com mau momento na partida.... ainda mais da maneira que foi.
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terça-feira, 4 de agosto de 2009, 08:28
Continuando o post sobre evolução das campanhas dos clubes no Brasileiro e o que devem mirar em matéria de pontos, baseado nos Campeonatos de 2003 a 2008.... aqui vai:
2003 (24 times)
Cruzeiro - 100 pontos - [72,4%]
Santos - 87 pontos - [63,0%]
São Paulo - 78 pontos - [56,5%]
São Caetano - 74 pontos - [53,6%]
2004 (24 times)
Santos - 89 pontos - [64,5%]
Atlético PR - 86 pontos - [62,3%]
São Paulo - 82 pontos - [59,4%]
Palmeiras - 79 pontos - [57,2%]
2005 (22 times)
Corinthians - 81 pontos - [64,3%]
Internacional - 78 pontos - [61,9%]
Goiás - 74 pontos - [58,7%]
Palmeiras - 70 pontos - [55,6%]
2006 (20 times)
São Paulo - 78 pontos - [68,4%]
Internacional - 69 pontos - [60,5%]
Grêmio - 67 pontos - [58,7%]
Santos - 64 pontos - [56,1%]
2007 (20 times)
São Paulo - 77 pontos - [67,5%]
Santos - 62 pontos - [54,3%]
Flamengo - 61 pontos - [53,5%]
Fluminense - 61 pontos - [53,5%]
2008 (20 times)
São Paulo - 75 pontos [65,8%]
Grêmio - 72 pontos [63,2%]
Cruzeiro - 67 pontos [58,7%]
Palmeiras - 65 pontos [57,0%]
- Média dos 6 campeões brasileiros nos de pontos corridos = 67,15% dos pontos disputados. Corresponde a cerca de 76 pontos. E ESTA É A META PARA GARANTIR TÍTULO.
- Média dos 6 quartos colocados nos pontos corridos = 55,5%. Corresponde a cerca de 63 pontos. E ESTA É A META PARA GARANTIR G4.
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sexta-feira, 24 de julho de 2009, 09:00
http://img233.imageshack.us/img233/6330/corinthians2009.jpg
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quarta-feira, 22 de julho de 2009, 07:37
Primeiro quero destacar que acredito que tanto Palmeiras quanto Muricy Ramalho fizeram uma escolha acertada. O projeto de médio/longo prazo, sem grandes investimentos imediatos, tem nesse treinador a melhor opção.
Muricy deve dar um padrão com sua cara à equipe verde com o passar das rodadas e acertar contratações de algum impacto, mesmo, só para a próxima temporada. Até lá, saberá identificar os pontos fortes e carências dentro de sua visão de futebol e supri-la com opções mais baratas e base, da mesma maneira que fez no Internacional.
Também vale destacar que os torcedores mais inteligentes do alvi verde saberão entender esse processo e a mudança e terão paciência.
Mas................ o que poderia ser uma lua de mel a duas semanas atrás, agora tem alguns "riscos de relacionamento".
Quando Luxemburgo caiu, a quase um mês, por mais que muitos tivessem gostado de sua saída, inegavel que ocorreu um "medo" generalizado no Parque Antartica sobre o futuro do time no Brasileiro 2009.
Muricy era visto como "salvador da patria", chegava com imagem irretocavel e teria o que não teve no São Paulo: apoio irrestrito de torcida, diretoria e conselho.... mesmo com eventuais maus resultados.
Poréééémmmmm....
Isso foi a 2, 3 semanas atrás. De lá para cá, suas recusas, pedidos de salário astronômico, negociação com o Santos, boatos de conversas com o Inter, etc... macularam essa imagem "virginal" que o treinador teria ao chegar no Palestra.
Tanto que a torcida, durante jogo no Parque Antartica, chegou a gritar: "Muricy, vai se fo****, o meu Palmeiras não precisa de você".
Até porque, o time de lá pra cá colecionou muitas vitórias e é co-líder do Brasileiro. Uma certa imagem de que fez "doce", somada a situação de momentdo do Palmeiras na tabela pode jogar uma pressão sobre o técnico que não existiria no momento das primeiras conversas.
Enfim.... boa sorte, banguelo.
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segunda-feira, 20 de julho de 2009, 09:15
se utilizando das médias do post abaixo, onde relaciono a pontuação dos 6 campeões na era dos pontos corridos e dos outros 3 que se classificam para a Libertadores, temos:
Média dos 6 campeões brasileiros nos de pontos corridos = 67,15% dos pontos disputados. Corresponde a cerca de 76 pontos. E ESTA É A META PARA GARANTIR TÍTULO.
Média dos 6 quartos colocados nos pontos corridos = 55,5%. Corresponde a cerca de 64pontos. E ESTA É A META PARA GARANTIR G4.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009, 09:16
2003 (24 times)
Cruzeiro - 100 pontos - [72,4%]
Santos - 87 pontos - [63,0%]
São Paulo - 78 pontos - [56,5%]
São Caetano - 74 pontos - [53,6%]
2004 (24 times)
Santos - 89 pontos - [64,5%]
Atlético PR - 86 pontos - [62,3%]
São Paulo - 82 pontos - [59,4%]
Palmeiras - 79 pontos - [57,2%]
2005 (22 times)
Corinthians - 81 pontos - [64,3%]
Internacional - 78 pontos - [61,9%]
Goiás - 74 pontos - [58,7%]
Palmeiras - 70 pontos - [55,6%]
2006 (20 times)
São Paulo - 78 pontos - [68,4%]
Internacional - 69 pontos - [60,5%]
Grêmio - 67 pontos - [58,7%]
Santos - 64 pontos - [56,1%]
.
2007 (20 times)
São Paulo - 77 pontos - [67,5%]
Santos - 62 pontos - [54,3%]
Flamengo - 61 pontos - [53,5%]
Fluminense - 61 pontos - [53,5%]
2008 (20 times)
São Paulo - 75 pontos [65,8%]
Grêmio - 72 pontos [63,2%]
Cruzeiro - 67 pontos [58,7%]
Palmeiras - 65 pontos [57,0%]
- Média dos 6 campeões brasileiros nos de pontos corridos = 67,15% dos pontos disputados. Corresponde a cerca de 76 pontos. E ESTA É A META PARA GARANTIR TÍTULO.
- Média dos 6 quartos colocados nos pontos corridos = 55,5%. Corresponde a cerca de 63 pontos. E ESTA É A META PARA GARANTIR G4.
o São Paulo, para alcançar a meta de título, precisaria somar:
65 pontos em 27 partidas
ou seja - 19 vitórias / 8 empates / 0 derrotas
Em resumo: ACABOU!
Nem nas nossas arrancadas de 2007 e 2008 teve um aproveitamento de 80,3% que seria o necessário daqui pra frente a fim de chegar nos 76 pontos.
Mas para G4 ainda dá para pensar. Seria necessário a fim de chegar nos 64, mais
53 pontos em 27 partidas
ou seja - 15 vitórias / 8 empates / 4 derrotas - 65,4% daqui até o final
* a partir do fim da 15a rodada, começo a fazer de todos os times da rivalidade + os que tem chances de G4 pra comparações.
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terça-feira, 14 de julho de 2009, 07:49
http://www.video.mediaset.it/mplayer.html?sito=sportmediaset&data=2009/07/12&id=4077&from=link
ok.... adversário pouco qualificado, 1o jogo da pré-temporada, etc e tal
mas fazia tempo que ele não mostrava esses lances/dribles que lembram o bom e velho Ronaldinho de 2004, 2005, 2006
e .... quando ele emplaca lances assim, não importa muito se os marcadores são do Varese ou da Internazionalle.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009, 08:03
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terça-feira, 7 de julho de 2009, 08:07
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domingo, 5 de julho de 2009, 10:17
Os Brasileiros que mais longe chegaram na competição:
1960 - Bahia (5°)*
1961 - Palmeiras (Vice)*
1962 - Santos (Campeão)*
1963 - Santos (Campeão)
1964 - Santos (4°)*
1965 - Santos (4°)*
1966 - Não participou
1967 - Cruzeiro (5°)*
1968 - Palmeiras (Vice)
1969 - Não participou
1970 - Não participou
1971 - Palmeiras (3°)
1972 - São Paulo (4°)
1973 - Botafogo (6°)
1974 - São Paulo (Vice)
1975 - Cruzeiro (6°)
1976 - Cruzeiro (Campeão)
1977 - Cruzeiro (Vice)
1978 - Atlético-MG (5°)
1979 - Guarani (4°)
1980 - Internacional (Vice)
1981 - Flamengo (Campeão)
1982 - Flamengo (6°)
1983 - Grêmio (Campeão)
1984 - Grêmio (Vice)
1985 - Fluminense (17°)
1986 - Coritiba (7°)
1987 - Guarani (15°)
1988 - Guarani (9°)
1989 - Internacional (3°)
1990 - Vasco (6°)
1991 - Flamengo (5°)
1992 - São Paulo (Campeão)
1993 - São Paulo (Campeão)
1994 - São Paulo (Vice)
1995 - Grêmio (Campeão)
1996 - Grêmio (4°)
1997 - Cruzeiro (Campeão)
1998 - Vasco (Campeão)
1999 - Palmeiras (Campeão)
2000 - Palmeiras (Vice)
2001 - Palmeiras (3°)
2002 - São Caetano (Vice)
2003 - Santos (Vice)
2004 - São Paulo (3°)
2005 - São Paulo (Campeão)
2006 - Internacional (Campeão)
2007 - Grêmio (Vice)
2008 - Fluminense (Vice)
2009 - Cruzeiro (???)
* Apenas um representante brasileiro.
7 vezes: São Paulo
6 vezes: Palmeiras e Cruzeiro
5 vezes: Santos e Grêmio
3 vezes: Guarani, Flamengo e Internacional
2 vezes: Fluminense e Vasco
1 vez: Bahia, Atlético-MG, Coritiba, São Caetano e Botafogo
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domingo, 5 de julho de 2009, 09:27
Não é nenhuma novidade isso.
Todo mundo sabe a proliferação dos torcedores do Chelsea, Manchester, Liverpool, Milan, etc nos jovens.
Hoje, funciona muito como "2o time". O piá é torcedor do ...... Atlético MG, por exemplo, e também do Liverpool. Acompanha, faz parte da comunidade do Liverpool no Orkut, sabe a escalação de cor, opina sobre o esquema tático e possui rivalidade com o.... Chelsea (sei lá). Vai além de apenas acompanhar o bom futebol.
Posso estar falando besteira, mas esse fenômeno recorda em muito o processo de nacionalização do futebol (que se intensificou nos anos 80 e 90). O cara era torcedor do Coritiba, ou Caxias, ou América MG, por ex, e pelo clube dele quase nunca chegar nas cabeças, passava a adotar o Corinthians, por ex.
Que tinha jogadores de seleção, que sempre (sic) disputava os principais torneios, que era reverenciado na mídia, etc. Se um jogasse contra o outro, era torcida pelo time local. Mas ficava feliz com quem vencesse.
Isso ainda ocorre, mas os Europeus estão tomando muito espaço e tb entrando nos torcedores dos clubes grandes (aqui mesmo na comunidade eu vejo muitos mais do que apenas simpatizantes).
Porque..... vendo bem, para o interior, um jovem de..... Foz do Iguaçu, por ex, O São Paulo ou o Corinthians está tão distante dele, futebolisticamente falando, quanto um time europeu. Nunca o time da cidade dele vai enfrentar os grandes paulsitas e os grandes paulistas nunca irão na cidade dele. Assim como o Chelsea ou o Liverpool
E hoje, acompanhar futebol Europeu é quase tão fácil quanto acompanhar o Brasileiro. Sem falar que no Orkut (e em outros fóruns) essa pessoa pode encontrar pessoas para se relacionar quanto a esse time. Fato impossível antigamente. Se ele era torcedor do time europeu.... ia encontrar 1 ou 2 para falar sobre isso.
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quinta-feira, 2 de julho de 2009, 09:00
Fiquei constrangido pelo Internacional.
Quem piscou, viu o placar saltar de 0x0 pra 2x0 em favor dos alvinegros.
Fernando carvalho deve ter ficado embaraçado pela "batatada" do DVD e protestos... seu time foi inferior toda a decisão e mais uma vez se vem sob a imagem de "time do ano que vem".
Sem muito o que mais comentar desta decisão, além do que já foi dito.... ficam duas imagens:


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quarta-feira, 1 de julho de 2009, 09:23
Há quem aposte que Muricy Ramalho está só esperando a queda de Tite para assumir o Internacional de Porto Alegre, e que esta seria a razão de não ter aceitado o Palmeiras.
Pessoalmente, não creio nesta hipótese.
Nem vou entrar tanto no mérito das declarações de Muricy, onde diz que pretende ficar um tempo descansando e não quer "cair na vala comum" de assumir a cadeira de um tecnico ela nem tendo esfriado ainda.
Me concentro na tese de que Tite não cairá. Mesmo não vencendo a Copa do Brasil nesta quarta-feira. Decisão onde não é favorito, seja pelo resultado, solidez corintiana e retrospecto do colorado no Beira Rio na edição 2009 da competição.
Algo que não vi ao decorrer dos anos desta "reconstrução" no Inter, é a ingratidão. Tite, queira ou não, foi o primeiro a extrair resultados reais dos "galaticos" do colorado - mesmo Abel fracassou em seu retorno quando, além de todas as estrelas atuais, ainda tinha Alex para formar o esquadrão.
Venceu um torneio importante em 2008 (Sulamericana) firmando o pé do Inter na América, desejo desta diretoria e da torcida, co-lidera o Campeonato Brasileiro tendo usado na maioria das partidas times mistos ou inteiramente reservas.
Não há argumento para queda de Tite. Não ser campeão em mata-mata, na final, enfrentando um adversário "igual" não é fracasso. E a situação no Campeonato mais importante do Brasil faz com que esse vice seja quase irrelevante (porque, cá entre nós, ser campeão da Copa do Brasil e 4o lugar no Brasileirão tem, de fato, pouca diferença prática).
Sua queda, imagino, só ocorreria com uma eventual derrocada do aproveitamento do Internacional durante o Campeoanto. O que não deve ocorrer e também não seria algo decapitavel dentro de, pelo menos, 3 ou 4 rodadas.
Nessa, imagino que Muricy não esteja esperando o Inter e, portanto, mais fácil que se acerte com o Palmeiras (seja em uma, duas, três semanas.... sei lá) pois os palestrinos se parecem dispostos a esperar (com razão).
E Luxemburgo? Bom.... se não for pro Flamengo, Marcelo Teixeira dará um jeito de "repatriá-lo".
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segunda-feira, 29 de junho de 2009, 14:20
Esse é o título da capa do periódio esportivo argentino "Olé" desta segunda feira.
Na chamada, ainda um "que Dios nos ayude" demonstrando o tamanho da preocupação hermana com a sua vaga para 2010.
Exagero? Pode ser.... afinal normalmente nestes momentos as seleções de peso se superam e os jogadores tarimbados crescem.
Mas sua sequencia de jogos não é nada animadora:
recebe o BRASIL
visita o PARAGUAY
recebe o PERU
visita o URUGUAY
Ou seja, fora o Peru em Buenos Aires, pode perder pontos em qualquer outra partida. A classificação está:
Brasil 27
Chile 26
Paraguay 24
Argentina 22
Equador 20
Uruguay 18
Brasil entra sem pressão, jogando atrás e dando o "bote" como gosta este time formado pelo Dunga. Paraguay não está garantido e jogará sua vaga contra a Argentina.
Pode/deve chegar no Uruguay não podendo ser derrotada se quiser manter pelo menos a quinta vaga e brigar na respescagem provavelmente com o México.
A seleção de Maradona não tem uma defesa muito confiável, alguns jogadores chaves no meio/ala estão extremamente veteranos e o ataque é por demais "carregador de bola", sem alguem que distribua o jogo. Como não atuam com centro-avante, também não deixam ninguém segurando zagueiro dentro da área.
Qualidade possui, mas talvez Riquelme e Maradona precisem chegar num consenso a fim de ter um "cérebro" pra assistir Messi/Agüero/Tevez que lutam bastante, mas estão esbarrando no fato de serem três jogadores muito parecidos e que atuam mais ou menos nas mesmas faixas do campo.

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sexta-feira, 26 de junho de 2009, 08:52
Só faltou Nilmar.
Ok.... é um senhor "só", mas não o suficiente para justificar a derrota em pleo Beira Rio para o lanterna do grupo de Sport, Palmeiras e Colo-Colo na Libertadores 2009.
Que a LDU é uma equipe experiente, que sabe jogar no erro do adversário, que surpreender muitos times forte.... todo mundo sabe. Mas da equipe que conquistou o continente em 2008: Guerrón, Bolaños e Manso (cérebro do meio campo) - o trio de destaque da conquista - estavam ausentes.
Outro fatores podem ser levantados: o foco estava na Copa do Brasil, o torneio não é dos mais relevantes, etc e tal.
Pra mim, isso é um paradoxo com o discurso colorado de se firmar internacionalmente (provar que não foi uma "lufada" de sucesso em 2006 e sim o início) sem mencionar um teste bastante adequado para o jogo da próxima quinta-feira. Pois os equatorianos podem não ser o Corinthians, mas a proposta tática de ambos os jogos será muito parecida - cadência por parte do adversário, muita marcação a partir da saída de bola vermelha e jogo sem pressa, no erro.
Bem a verdade, é que estamos esperando mais do Internacional desde o segundo semestre de 2007.
Após a ressaca do Mundial, uma remontagem que contou com as contratações de Guiñazu e Nilmar para o returno do Brasileiro. Insucesso na hora de buscar o G4.
"Ah.... ok. O time está se remontando! Com Nilmar e Guiñazu é diferente!"
Sem problemas! O primeiro semestre de 2008 parecia irretocável. Campeonato Gaucho sem nada a destacar negativamente. Mas o objetivo mais uma vez pelo caminho contra um adversário sem o mesmo peso e qualidade na Copa do Brasil (sem falar nas dificuldades de eliminar o limitado Paraná Clube).
"Pra ganhar mata-mata, precisa de time sólido, com mais do que 7, 8 meses juntos."
Pois bem.... vamos em frente, então.
A conquista da Sulamericana deu o alento necessário para o Centenário em 2009. Afinal, apesar da irregularidade no Brasileiro e mais uma vez longe da vaga no G4, o time pareceu superar a saída do líder Fernandão em junho, encaixar com qualidade o excelente D´Alessandro e mostrado que tem força em mata-mata.
"Agora vai! O time é o melhor do Brasil, sólido em mata-mata e com reforços no elenco, levamos tudo no Centenário."
Pois é.... mais uma vez começa a contento mas na fase aguda de fato, o time parece sentir um "complexo de vira-lata" quando precisa impor o peso da camisa e expectativa que ele mesmo gerou.
Não que Corinthians e LDU (um montado a menos tempo e outro esfacelado) não tenham seus méritos e não possam superar o Colorado, mas sim que está mais do que na hora do Internacional deixar de "falhar" seguidamente na hora decisiva.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009, 08:34
Cruzeiro: Fábio, Jonathan, Léo Fortunato, Leonardo Silva e Gerson Magrão; Elicarlos, Henrique, Marquinhos Paraná e Wagner; Wellington Paulista e Kléber.
Grêmio: Marcelo Grohe, Ruy Cabeção, Léo, Réver e Fábio Santos; Túlio, Adílson, Tcheco e Souza; Alex Mineiro e Maxi López.
Essas devem ser as escalações dos times que começam a se bater nesta quarta-feira pela possibilidade de disputar o Tri Campeonato da Libertadores contra Estudiantes (mais provável) ou Nacional.
As dúvidas ficam por conta de Thiago Heleno no Lugar de Leo Fortunato (praticamente irrelevante) e a possibilidade do Grêmio entrar com 3 zagueiros (o que não acredito, pois os mineiros atuam com 3 homens bem avançados (Kléber, Wellington Paulista ou Thiago Ribeiro e Wagner) e, portanto, se não coloca-los no meio da linha de quatro, precisaria deslocar Túlio da pressão no meio campo para acompanhar Wagner.
Apesar de ambos estarem atuando no 4-4-2, são dois esquemas que diferem muito.
Os gremistas são muito mais cadenciados e marcam mais avançados. Seu meio campo se posta como um "quadrado" e os laterais ficam mais ou menos na "altura" dos volantes para marcação da saída de bola adversária.
Difícil de passar por ali!
Mas na mesma medida que é um ferrolho o meio gremista, suas jogadas acabam saindo por demais pelo centro. A abertura cabe muito quando Souza cai pela direita e um dos volantes entra para "suprir" o espaço onde ele estava (afinal.... se tiver poucos para entrar batendo ou cabeceando.... de pouco vale).
O time é paciente e apesar de disputar muitas bolas, não tem pressa no gol. Uma característica não só de times experientes, deste time, mas também do treinador.
Parece, portanto, uma equipe mais tarimbada e talhada para o jogo da Libertadores.
Mas quando brasileiros se enfrentam, a Libertadores "nivela" sua pressão, pois o adversário e o campo são conhecidos. Além do que, fora a experiência, o Grêmio não possui nenhum jogador que "desiquilibre". Apesar de competente, esperava-se mais de Maxi Lopez.
Já os Mineiros conseguiram domar sua vontade de carregar tanto a bola e trabalhar mais com toque, lançamentos e tabelas. Não marca com tanta competência quanto os adversários de hoje, nem tanto por falta de vontade, mas por não ocupar os espaços e se mover em "bloco" com tanta competência.
Seu futebol é mais leve, vistoso e que prima por abrir espaços em defesas fechadas na base do drible.
A seu favor, vai o fato de já ter sido "devidamente testado"!
Enquanto o Grêmio esteve no grupo mais tranquilo na 1a fase, passo pelas oitavas contra um peruano e quartas contra um venezuelano, o Cruzeiro se bateu com o Estudiantes (favorito entre cronistas sulamericanos para o título) em seu grupo e precisou eliminar o São Paulo. Que não é nada, não é nada pela fase do time paulista, mas o nível de pressão e intensidade do confronto ajuda a testar a equipe.
Possui 3 jogadores acima da média (Ramires, Wagner e Kleber), dos quais, apenas 2 estarão em campo hoje. E se a partida equilibrar, a tendência é ser mais provável um destes fornecer a vantagem aos mineiros do que o faça um gremista por sua equipe.
Contra si, a situação de ter convenvido pouco fora de casa. Ganhou apenas do São Paulo contra times de alguma expressão. E isso pode fazer falta caso o resultado no Mineirão não seja muito favorável.
Por isso acredito que 60% da vaga será decidida hoje! Caso Cruzeiro abra uma vantagem de 2 gols ou vença pelo placar mínimo, mas sem levar gol.... com a presença de Ramires no Olímpico, reforçando marcação, qualidade e velocidade de contra-ataque.... penso que pode ficar pequeno pro Grêmio. Portanto, a missão gauchesca hoje é fazer gol e tentar não levar mais que 2. Aí passa a ter a vaga nas mãos.
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segunda-feira, 22 de junho de 2009, 19:42
Como já comentado em post de alguns dias atrás, o Brasil joga (guardada as devidas proporções de estilos) como muitos dos clubes ingleses: pouco futebol "lateral".
Muita marcação a partir de um ponto do campo, com pelo menos 7, 8 dos jogadores de linha e saída em extrema velocidade. Apesar de apenas um jogador realmente de criação e a aposta ser na defesa, o jogo cadenciado não parece fazer mais parte da seleção brasileira até a Copa de 2010.
Nos segundo e terceiro gols do Brasil, principalmente, sobre a enfraquecida e envelhecida Itália: Kaká, Robinho e Luís Fabiano recordaram em muito os contra-ataques de Cristiano Ronaldo, Rooney e Tevez/Berbatov/Giggs.
Já a Espanha é o Barcelona. Não só porque a base catalã é também a base da "fúria", mas por ser este o jogo espanhol: toque de bola, muita paciência e tabelas para entrar na área do adversário.
Reiterando: guardada as devidas proporções, ausencias e perfis de atletas/times: o confronto de estilos parece semelhante.
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segunda-feira, 22 de junho de 2009, 08:20
Se futebol é momento e este momento for de pelo menos os últimos meses, errado dizer que o Corinthians hoje é o melhor time do Brasil?
A partida de ontem parece dizer: "ora, pegou um São Paulo combalido, no Pacaembú, e venceu por 3x1. Qualquer um poderia ter vencido".
Realmente! Mas o ponto é que times bons, fortes e prontos realmente chegam nessas horas e vencem. Com autoridade!
O 4-3-2-1 utilizado por Mano Menezes faz a diferença. Um time muito acertado, onde os 2 "atacantes" próximos de Ronaldo (normalmente Dentinho e Jorge Henrique) abrem, tirando a marcação do meio e de dentro da área, criando espaço para os que vem de trás (parecendo um 4-3-3 com 2 pontas móveis) e dando a possibilidade de Ronaldo eventualmente estar "de mano" com o zagueiro.
Quando sem a bola, vira um 4-5-1, com os dois se juntando a Douglas para fazer a primeira linha de combate à saida de jogo do adversário.
Se esmiuçar, pouco de brilho você encontra individualmente. André Santos é um lateral habilidoso, Elias um meia/volante com visão de jogo, bons passes e lançamentos, Chcão e William sólidos. Não sobra em relação a muitos times.... mas como está "redondo", sólido e entrosado... com jogadores "com fome", trabalha para que Ronaldo não jogue, mas decida.
O time de Parque São Jorge tem se batido com diversos adversário e é a equipe mais dificil de derrotar do país até então. Seu time titular só perdeu uma, para o Atlético PR. O Internacional que pintava de grande protagonista tem a chance de retomar o posto no Beira Rio.... mas precisará fazer um pouco mais do que apenas procurar retomar a bola no meio campo pra contra-golpear em velocidade.
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sábado, 20 de junho de 2009, 11:41
Como uma peça muito usada, que sofreu stress, fadiga de material.... o sistema tático do São Paulo, o ambiente do treinador e clima com os jogadores chegou num desgaste que levou à saída de Muricy Ramalho do São Paulo.
Aí está o motivo.... nem tanto a eliminação da quarta Libertadores seguida. Mas a maneira, o conjunto de situações e falta de perspectiva de melhora.
No momento, o São Paulo fazia mal a Muricy e Muricy fazia mal ao São Paulo.
Será bom dar este "tempo". Nada que impeça a volta dele ao Morumbi num futuro próximo.
Ricardo Gomes foi contratado. Ricardo Gomes???? Só consigo "ler" esta contratação da seguinte maneira: vamos trabalhar o resto do Brasileiro 2009 com um técnico que venha para correr o risco de sair em dezembro, mesmo que seus resultados sejam satisfatórios, caso um treinador acima de qualquer suspeitas apareça.
Sem entrar nos méritos técnicos, pra mim falta "costas largas" para Ricardo Gomes se segurar na ebulição de cobranças e expectativas que cercam o São Paulo de hoje.
Times de Ricardo Gomes
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sexta-feira, 19 de junho de 2009, 08:11
Em mais uma apresentação pavarosoa, o São Paulo Futebol Clube, clube que mais contratou no início desta temporada, foi eliminado por uma equipe brasileira na Libertadores pela quarta vez seguida.... coisa que nunca havia ocorrida até 2006.
O problema aqui não é o fracasso em suas metas, mas sim a maneira como isto ocorreu.
Vendo da posição dos dirigentes tricolores: o time Campeão Brasileiro 2008 foi INTEIRO mantido. Todos os titulares permaneceram. Dos reservas, apenas o zagueiro Juninho foi emprestado ao Botafogo, Eder Luis devolvido ao Atlético MG e Junior cedido ao mesmo clube. Fora isso, todo o elenco ficou.
A isto, somam-se as contratações: Washington artilheiro do Brasileirão 2008 e carrasco do São Paulo na Libertadores passada; Junior Cesar e Arouca, ambos destaques e promessas do Fluminense vice Campeão da América; Renato Silva, zagueiro com excelente Campeonato Brasileiro pelo Botafogo; Wagner Diniz, um dos poucos que caregavam o pobre Vasco ano passado; Eduardo Costa, volante experiente e com característica de "pegada", ausente na dupla que comandou o meio campo no sexto título nacional do SPFC.
Todos indicados e/ou avalizados pelo treinador, Muricy Ramalho.
Em tese, corroborando com a opinião de 10 entre 10 cronistas esportivos, o Campeão Brasileiro ficou mais forte e entraria em 2009 com chances reais nos títulos que disputasse.
O acontecido todo mundo sabe.
Ser eliminado no Morumbi por Corinthians e Cruzeiro (ambos os jogos perdendo por 2x0) já é por si só algo pouco usual (tendo em vista que a única vez que o São Paulo havia perdido um mata-mata decidido no Morumbi, pela Libertadores, foi em 1994 contra o Velez) mas da maneira que joga..... incompreensível!
Ano passado, quando falava sobre as diferenças dos times Campeões Brasileiros de 2007 e 2008, argumentava que o de 2007 nem era tão superior, apenas que Muricy começou a repetir a escalação logo na 1a rodada. E em 2008 isso ocorreu a partir do returno. E, portanto, a "arrancada", coesão e entrosamento do time, mais tarde.
Este aspecto pode amenizar para o treinador são paulino. Contusões seguidas de jogadores em todas as posições, seleção brasileira, etc. AMENIZAR!
Complicado re-avaliar o elenco do São Paulo: "ah, nem eram tão bons jogadores assim". Pois se resolvermos abrir mão de Washington, Jorge Wagner, etc (dos mais criticados do elenco) os clubes farão fila para ficar com eles. Joilson e Wagner Diniz, atletas sem chances no clube paulista, tiveram interesse de outras agremiações antes mesmo de serem dispensados pelo clube.
É o desgaste do sistema..... como uma peça que foi muito usada, provocando stress. O futebol do São Paulo não flui, nunca fluiu desde 2006.... necessita que o time esteja muito focado e bem para que possa repetir 100x as mesmas situações e correr mais que os demais a fim de vencer as paritdas, uma vez que sua previsibilidade é notória.
Sim, esta pode ser uma explicação. Mas não o suficiente para um time que em 37 apresentações no ano, fez apenas uma convincente: o 3x1 sobre o América de Cali na Colômbia (onde, pra mim, foi mais ingenuidade adversária do que competencia são paulina, onde os colombianos jogando com a linha de quatro da defesa adiantada, tentando encurtar o meio campo, dificultando o toque, receberam varias bolas enfiadas entre os zagueiros).
Então.... talvez o ciclo do treinador precise ser revisto.... o clube quem sabe necessite refletir sobre enfim apostar em meias que deixe o jogo mais "natural", fluindo melhor e sem necessidade de que os demais atletas se desgastem tanto.... e tentar deixar esta primeira parte da temporada 2009, como um modelo APESAR DE VENCEDOR, aparentemente superado por ora no clube.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009, 12:06
Impressionante a força da seleção brasileira na bola parada!
Mais um jogo, mais um gol em jogada ensaiada.
Elano (que não foi o responsavel hoje) é o melhor cobrador. Cruza com muita qualidade e Luís Fabiano, Lucio, Juan, Gilberto Silva, Felipe Melo, entre outros do alto time do Brasil, engavetam!
Nas últimas cinco Copas do Mundo a defesa fez a diferença. Como disso não podemos reclamar, somado a este "detalhe" da bola parada.... só falta tirar o Robinho
pra entrarmos favoritos ao Hexa.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009, 12:02
Que Kaká e Cristiano Ronaldo são sensacionais, até minha avozinha sabe. Que eles decidem jogos, são fortes, velozes, habilidosos e dribladores, idem.
Mas o que pega é: qual vai ser a proposta de jogo de Manuel Pellegrini? Claro que terá de privilegiar os dois super craques.... mas como fazer isso bem sem entrar em choque com a filosofia pessoal e espanhola de jogar futebol?
Real Madrid está recheado de carregadores de bola. Não só a dupla mencionada, mas Robben, Raul, Sneijder, Van der Vaart e até o multifuncional Gutti não possuem características de organizar/armar o time.
Não que os jogadores mencionados não possuam visão de jogo, não saibam tabelar, abrir defesa e se impor em campo. Mas o time não tem "cérebro".
Tá, e daí? E daí nada! E daí que com esse perfil de atletas, você pode jogar como o Manchester joga, por exemplo. Saindo rapido em contra-ataque, marcando em duas linhas de quatro, com Kaká mais a frente e solto perto do atacante (sabe-se lá qual) no bom e velho estilo "futebol total". Só que é um contra ponto do futebol espanhol, que valoriza a posse de bola e trabalhar ela no meio.
Silvinho após a final da UCL, comentou que o Barcelona é produto dos incessantes treinamentos de toque de bola, geridos por Guardiola. O time roda, trabalha, pensa, muda e abre espaços enquanto o time adversário corre. Não que os novos galáticos precisem repetir isso (até por não ter Xavi e Iniesta) mas time de carregador de bola, se não jogar adequadamente (abrir mão de querer jogar no campo adversario o tempo todo) normalmente se complica contra equipes cadenciadas.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009, 11:16
Não apenas no aspecto "jogador que decide" onde, ontem, ficou mesmo só a cargo de Ronaldo encarnar essa situação. Ronaldo que não joga, não participa da partida.... mas decide! Como Romário no fim dos anos 90.
Mas sim analisando que as opções taticas, buracos defensivos, opções de jogadas, furos de elenco etc, ficam mais notórias no afunilamento.
O Internacional trabalhou, desde a chegada de Tite, um futebol muito semelhante com o que os ingleses fazem: encurtando o campo para o toque de bola adversario atrás da linha de meio campo, força, roubadas de bola e liberação de três jogadores que pouco se desgastam durante a pertida para chegarem rapido no gol adversário. Uns brincam que parece 7-0-3.
Time que, apesar de cantado em verso e presa como técnico, trabalha pouco a bola no meio campo e tem dificuldade na saída quando bem marcado. Ontem, sem as peças fundamentais para o "bote" a falta de costume de trabalho de meio, "chamou" o 4-3-2-1 do Corinthians, com Dentinho e Jorge Henrique abrindo pra matar a sobra colorada com a bola e formatando o 4-5-1 sem a bola.
Palmeiras parece que cumpriu um script: time jovem, alguns destaques, muita vontade, mas remontado no começo da temporada. Parece que poderia ser "lido": Chega até as quartas da Libertadores e lá fica. Fato! Apesar de qualidade e desfalques adverários, todo mundo sabia que o time teria dificuldade em dar o "algo mais" quando pegasse um adversário tarimbado. Não há Luxemburgo que resolva esse tipo de coisa.
Essa situação já é diametralmente oposto do Grêmio: base mantida e time experiente. A mudança para o 4-4-2 parece fazer o time mais à vontade com Paulo Autuory.... na verdade, não só porque o treinador gosta do sistema, mas porque Ruy Cabeção e Fabio Santos são mais marcadores do que ofensivos.... como alas não ajudavam tanto a "espalhar" a marcação adversária.
Claro que demanda treino, e a "sobra" (coisa que faltou pro Inter, ontem) situação que os gremistas estão acostumados desde março do ano passado, precisa ser melhor combinada sem o terceiro zagueiro (Fabio Santos tem boa noção de colocação e é menos voluntarioso que Ruy) para não cair na situação que quase proporcionou o gol do Caracas no final.
Hoje, um confronto de estilo absolutamente opostos: a proposta tática mais desgastada do Brasil, que deve dar uma chance "derradeira" a Hernanes, contra o 4-3-3 mais legítimo do Brasil (a não ser que Adilson cometa o equivoco de adiantar Wagner e reforçar o meio.... que seria um "pecado" pois jogaria o jogo do São Paulo, mais pesado e marcador).
Analisando time a time, dificil não deixar os paulistanos como favoritos (contra a maioria dos times, alias) mas sua irregularidade e previsibilidade do sistema que parece desgastado como uma peça que foi muito usada, que sofreu "stress" não o colocam em situação favoravel nem contra o Santo André.
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São Paulino radicado em Curitiba, aposentado dos gramados porcausa do cruzado anterior do joelho direito, com interesse pela diversidade do aspecto tático do futebol, filosofias e escolas da bola.
